(em construção)
Penso que o ato de escrever, e postar - no caso - seja como o do náufrago, que lança a garrafa com uma mensagem de socorro, mas também de esperança, ao mar. Se lança a mensagem é porque tem esperaça, senão não faria sentido algum lançar. Ao mesmo tempo, há o desespero de pedir socorro e de não saber Se háverá alguma resposta, mas ainda a esperança, por ter tentado. Um jogo eterno que vai de um a outro sentimento sem delongas ( sim, a palavra que veio foi delongas - fazer o quê?), como num fluxo intermitente.
AO mesmo tempo, escrevO para mim mesma, o que aliás é bem sensato, dada a pouca frequencia com que este blog é visitado. Blog é demodée, a palavra demodée também. Eu também, mas quem liga?
(e este texto vai estar eternamente em construção)
Fiuei aqui pensando numa analogia com o contemporâneo e só me vieram uns quadros de Edward Hopper
Até porque lançamos garrafas ao mar quando se torna necessário comunicar-se com algo que não temos, ou pensamos não ter.Mas isso vou deixar pra uma outra postagem.
